domingo, 1 de novembro de 2026

Posicionamento Político

 No meu tempo, as pessoas que não possuiam um posicionamento político declarado eram mais comuns. Antigamente costumava-se assistir ao horário político para verificar as propostas de cada candidato e escolher a melhor pauta, que trouxesse a maior credibilidade de que seria uma opção favorável para o nosso país, beneficiando assim a vida de todos, sem exceção. 






Na minha juventude, lembro de ter candidatos diferentes a cada eleição, muitas vezes influenciado por uma mídia enganosa, e em outras vezes, caindo na cilada das promessas não cumpridas. Mas antes do ano 2000, era possível conversar sobre política com eleitores dos candidatos opositores sem ofender e nem ser ofendido, terminando a conversa com um aperto de mãos afetuoso e sempre mantendo a amizade. 

O fanatismo político leva alguns casos mais extremos a uma cegueira mental, que simplesmente impede o indivíduo de perceber o lado bom do outro candidato e também as mancadas do seu próprio político de estimação. O bom senso exige que se investigue a verdade camuflada sob a aparência sorridente de cada um, deixando de lado suas convicções partidárias e se avalie friamente as falas, as ações, o retrospecto enquanto pessoa pública, e as decisões tomadas, as quais geraram consequências que podem ter contribuído ou prejudicado o local onde governam. Somente com desapego e coerência é que se pode tomar as melhores decisões, que vão resultar em benefícios coletivos, não apenas para um grupo específico, mas para o todo.

 

Se fosse eu o presidente, copiaria as melhores atitudes de outros mandatários do planeta, onde as coisas estão dando certo, onde existe justiça, coerência, ética, sabedoria e prosperidade. Porque se pegar o rumo contrário, o retorno pode custar caro, além da imensa perda de tempo e de recursos mal aplicados, ou simplesmente desviados. É preciso usar a experiência alheia para que o nosso país se torne um lugar melhor para se viver, com a devida punição para os corruptos e comprovadamente desonestos, os quais minam as forças da nação, em benefício próprio. Se permitem uma atitude anticonstitucional de algum membro do governo, abre-se precedente para que isso venha a se repetir.

Eu, da minha parte estou em paz com ambos os lados. Mesmo com meu candidato ganhando ou perdendo vou compartilhar ideias sempre, de forma esclarecedora, e respeitar a opinião do outro, seja ela qual for. Também devo, querendo ou não, aceitar aquilo que a maioria escolheu, desde que de forma justa e honesta. Governos vem, e governos vão: o mais importante é manter a nossa melhor vibração durante todo o processo. 

Façamos sempre as melhores escolhas!!

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